O tempo é uma categoria cruel. Eu não sou físico e tão pouco tenho qualquer entendimento da dimensão temporal, então por isso mesmo me dou o direito de me referir ao tempo como eu quiser. Mas pra mim, o tempo é cruel. O tempo não espera por você. Literalmente, ele apenas corre e você é obrigado a acompanhar. O que você faz durante esse acompanhamento é o que as pessoas vão julgar como sendo um bom proveito do seu tempo ou um desperdício. Mas escolher que o tempo não passe é impossível. Acredito que essa seja a realidade mais cruel do tempo. Você está a mando dele e não pode desobedecê-lo. Certo? Bom, talvez não seja bem assim. Em Steins;Gate, o protagonista cria uma máquina do tempo. Temos ali então uma história onde um indivíduo decide desafiar o tempo. Mas se você assistiu o animê, sabe o tanto de desastre que resulta das ações do protagonista. Não acho que isso seja spoiler. Essa é a premissa básica de toda história que mexe com ...
Todo indivíduo é único. Ter defeitos e qualidades é o que nos torna humanos, e são essas nossas mais preciosas particularidades. Não se pode apreciar alguém só pelos seus méritos. As derrotas também existem e são prova de que a pessoa tentou. Ela depositou energia em algo e merece que isso seja reconhecido. Força de vontade, medo, otimismo, gentileza, insegurança e todas características que podem compor a personalidade de um indivíduo vêm em dosagens diferentes em cada um de nós. Alguma pessoas são mais aptas a falar em público, outras são mais tímidas. Isso é incrível e é importante que lidemos com isso. Aliás, mais que lidar, é importante apreciar. Em Digimon Adventure vemos um grupo de crianças completamente diferentes que foram jogadas em um mundo estranho e precisam se ajudar para sobreviver. Elas criam laços de amizades com seus parceiros digimons, mas não vou me ater a isso. O ponto central desse texto é a valorização das diferenças. ...